Estrelas Cadentes


Orientação Gilbertto Prado
July 1, 2009, 10:58 pm
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Hoje (01/07/2009) aconteceu a orientação com Gilbertto Prado. Seguem abaixo as questões, problemáticas e possibilidades discutidas em torno do projeto.

Pontos importantes discutidos / questionados

. Não referência: Pollock

. Assistir: Noite de São Bartolomeu

. Nam June Paik e Charlotte

. Possibilidade de geração de acúmulo ou regra que limite o estouro do balão com qualquer ligação, não ação e reação; [fico em dúvida ainda sobre este ponto, pensando na frustração do sujeito que não vê nenhuma colaboração dele ao ligar para o trabalho]

. A substituição da tinta por pó de grafite (substância que tem mais a ver com a estrela cadente e também formaria uma camada no chão deste pó, camadas disformes, resultantes das interações e do pó que espalha no ar quando o balão estoura) [o gilbertto acredita na possibilidade deste pó cinza e talvez o balão branco, mas eu fico em dúvida entre colocar uma única cor, talvez amarelada, para misturar com este pó – uma referência que considero importante é o ernesto neto – varias das instalações dele são inteiramente brancas, mas possuem uma nuance de cor interessante]

. Uma questão discutida pela Rejane e com o Lucas, mas que me ocorre agora, é a possibilidade de agendar 3 manutenções para o trabalho, ao invés de sempre substituir. Isso é uma possíbilidade, mas não está definido que haverá manutenção.

. Fico em dúvida se nesta opção caberia a utilização de som ou a amplificação do estouro da bexiga.

. Falamos sobre a possibilidade de um robozinho que caminha sobre a parte superior da instalação e que pode ou não estourar. O robô caminharia sobre um trilho recebendo coordenadas de direita, esquerda… de acordo com o número final do celular do interator. Um dado importante que o trabalho ganha aqui é a inclusão mais efetiva de um dado do sujeito para dentro do trabalho. Não é somente ação e reação.

. Gilbertto alertou para que o espaço seja grande, algo em torno de 10m x 5m, mas a estrutura seja mais enxuta e menor.

. Os balões terão que ser pequenos! Estas bexigas grandes são muito feias. Se possível, veirificar a fabricação de bolas redondas, como aquelas do Haque.

. O que ficaria no chão, seriam rastros, sinais da estrela e não a tinta caída

. Gilbertto atenta para a dimensão de toda a instalação. Precisa ser mais contida, controlada, não tão espalhafatosa.

. camadas de cinza

. areia

. Surgiram idéias no meio da conversa que também foram muito interessantes, bem como:

1) a possibilidade de encher uma sala de bexigas e que a ligação de alguém liberasse ar de um compressor. Este compressor agitaria os balões dentro da sala, que estariam cheios com gás helio e nas paredes estariam alguns elementos pontiagudos que estourariam os baloes.

2) Falamos sobre a possibilidade de um grande blimp que vai enxendo uma sala do espaço expositivo até que estoure(ou nao), precisaria neste caso verificar o perigo de um balao deste tamanho explodindo.

. Falamos sobre mandala

. Padre que morreu com os balões

. Riscar o chão. Posso optar por fazer o trabalho colorido, mas com um leve risco no chão. Colocaria dentro da bexiga um pequeno grafite.

. Possibilidade de papel fotográfico no chão + sal de prata

. superfície de silício

. mantras / mandala / monges


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